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Bem Tombado

PONTE DE PEDRA
   
Nome:
Excerto de documento assinado pelo engenheiro Lopo de Almeida Botelho e Melo, no qual é recomendada a construção de uma nova ponte (1847).
Excerto de documento assinado pelo engenheiro Lopo de Almeida Botelho e Melo, no qual é recomendada a construção de uma nova ponte (1847).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ponte de pedra antes do desmoronamento (sem data).
Ruínas da ponte (2007).
Ruínas da ponte (2007).
Ruínas da ponte (2007).
Ruínas da ponte (2007).
Portaria de tombamento 85/84/SUSEC - Ponte de Pedra
Portaria de tombamento 85/84/SUSEC - Ponte de Pedra
 
PONTE DE PEDRA
Endereço:
Ponte de Pedra sobre o Rio Palmares - RST101
Cidade
PALMARES DO SUL
Portaria:
05/84 de 01/08
Número do Processo:
54468-19.00/83
Número de inscriçao do Livro Tombo:
27 - Livro Tombo Histórico (p.10)
Data de inscrição no Livro Tombo:
01/08/1984
Data de Publicação em D.O.
16/08/1984
Observações:

A ponte de pedra localizada sobre o rio Palmares, no atual município de Palmares do Sul, teve a construção ordenada em 1847, pela Lei Provincial n. 78, durante a presidência de Manoel Antônio Galvão. A estrutura foi entregue ao governo em 1853, ano em que o presidente da província era João Lins Vieira Cansansão de Sinimbu (Visconde de Sinimbu). A obra foi concluída como uma estrutura portante com três arcos abatidos, construídos com blocos de pedra e tijolos maciços, segundo as técnicas tradicionais da época para a construção de pontes. Os arcos apoiavam-se em pilares constituídos por grandes blocos de pedra com contrafortes triangulares.

À época, a obra localizava-se na área do município de Santo Antônio da Patrulha. Cinco anos depois, em 1858, a região passou a integrar a emancipada Conceição de Arroio, denominada Osório, no século XX, em homenagem ao patrono da cavalaria nacional.

A emancipação do município de Palmares do sul, em 1982, oportunizou um destaque à ponte centenária. Formada, originalmente, por parte de Mostardas, Osório, Tramandaí e Viamão, foi a nova localidade, por meio de sua prefeitura, que buscou no Estado meios para que a estrutura sobre o rio fosse reconhecida como patrimônio histórico e artístico do Rio Grande do Sul. Desse modo, teve início o processo de tombamento, no ano de 1983, fundamentado em pesquisa feita pelo município em documentação do período do Império (basicamente, relatórios provinciais e documentos do fundo “obras públicas” sob a guarda do Arquivo Histórico do Estado). Por meio dessa documentação foi possível atestar a antiguidade da ponte entre outras informações que subsidiaram o processo de tombamento. Finalmente, em 1984, através da Portaria n. 05, foi decretado o registro no Livro do Tombo Histórico, consolidando a ponte como um bem material representativo de um dos caminhos que remetem à ocupação lusa no território.

Em janeiro de 1991, apresentando problemas estruturais, parte da ponte desabou depois de forte tempestade. Após o desmoronamento, permaneceram os encabeçamentos de pedra nas margens, e a parte que ruiu encontra-se no leito, parcialmente submersa.

Fontes:

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Estado da Cultura. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado. Processo 54468 – 19.00 SEC – 1983. Requerente: Prefeitura Municipal de Palmares do Sul. Localidade: Palmares do Sul. Assunto: Solicita tombamento da ponte de pedra neste município.

 

 
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